(poesia)
Gabriel de Sousa
(poeta2811)
|
Infância e brinquedos que não tive,
ternura que não senti,
pais com quem não vivi,
crianças com quem não brinquei,
amparo que não senti ...
... Sim,
pais com quem não vivi,
crianças com quem não brinquei,
amparo que não senti ...
... Sim,
também sou dos homens
que nunca foram meninos.
Nesta casa velhinha
transitei da criança
que não fui,
para o adulto
que tão cedo comecei a ser.
Por isso amo a infância,
por isso acarinho as crianças,
por isso gosto de vê-las brincar,
por isso invejo quem tem pais,
por isso ajudo quem de amparo necessita,
por isso te amo Ateneu !
Graças a ti,
Apesar de tudo
(e paradoxalmente)
aprendi a amar a vida.
que nunca foram meninos.
Nesta casa velhinha
transitei da criança
que não fui,
para o adulto
que tão cedo comecei a ser.
Por isso amo a infância,
por isso acarinho as crianças,
por isso gosto de vê-las brincar,
por isso invejo quem tem pais,
por isso ajudo quem de amparo necessita,
por isso te amo Ateneu !
Graças a ti,
Apesar de tudo
(e paradoxalmente)
aprendi a amar a vida.

Nenhum comentário:
Postar um comentário