Poema da Superação (Jorge Filholini) |
Levantado do chão,
limpou a poeira,
olhou para o céu,
Finalmente sorriu!
Já não se encontra grudado de face no asfalto.
Palavras de anjo foram ditas no pé da orelha.
Cego nao se fortuna!
Coração enfaixado,
vai demorar para cicatrizar,
mas recuperado está.
Caminha sem cambalear
nao carrega mais o mundo nas costas
resspira bons frutos
beleza adquirida
serve-se a banquete de rei
boas novas vindas ao vento
Se acha mais vivo!
Abraça os alienados da praça,
pois sabe que nao é mais um deles.
Abandonou o abrigo das nuvens
e aterrissou os dedos no solo.
... Passa perto daquele amor antigo
Aquele amor perdido em pedidos,
em que tempos outrora chorava e beijava vultos,
hoje ri ao perceber que foi iludido por falsas modelagens.
limpou a poeira,
olhou para o céu,
Finalmente sorriu!
Já não se encontra grudado de face no asfalto.
Palavras de anjo foram ditas no pé da orelha.
Cego nao se fortuna!
Coração enfaixado,
vai demorar para cicatrizar,
mas recuperado está.
Caminha sem cambalear
nao carrega mais o mundo nas costas
resspira bons frutos
beleza adquirida
serve-se a banquete de rei
boas novas vindas ao vento
Se acha mais vivo!
Abraça os alienados da praça,
pois sabe que nao é mais um deles.
Abandonou o abrigo das nuvens
e aterrissou os dedos no solo.
... Passa perto daquele amor antigo
Aquele amor perdido em pedidos,
em que tempos outrora chorava e beijava vultos,
hoje ri ao perceber que foi iludido por falsas modelagens.
Nenhum comentário:
Postar um comentário