Poço Jorge Filholini |
Perto de lá tem um abismo
salto o corpo no precipício
em primeira vista é um orifício
pulsa o sangue adormecido.
Será o fim?
Bate o vento na face,
rasga a pele como navalha
por que em mim?
Falta fôlego para lembrar
a discrepância do passado
derramada no ermo e escuro fundo
não fujo do temido purgatório
e aprofundo-me...
Me...
Me...
Me...
Me...
salto o corpo no precipício
em primeira vista é um orifício
pulsa o sangue adormecido.
Será o fim?
Bate o vento na face,
rasga a pele como navalha
por que em mim?
Falta fôlego para lembrar
a discrepância do passado
derramada no ermo e escuro fundo
não fujo do temido purgatório
e aprofundo-me...
Me...
Me...
Me...
Me...
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