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Poema do amigo aprendiz Pe. Zezinho |
Quero ser o teu amigo(a).
Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
![[amizade1.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBwA5yvqh74VnBDpG9HHevdIWQu9U88qLa5CurPdG1DLMFxvflD-XtGz7RttbrsHHTf3Z1y_9xc1biJ5S2TtBt51UKFMRCQnUWuKFxA92d_ktLSg2PJDLPXLvuceAjjN-W8JLVD3tFoHyw/s400/amizade1.jpg)
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