Sem Motivo Jorge Filholini |
Escrevo porque gosto!
Gosto do gosto da escrita.
Devoro até o osso esse cozido chamado poema!
Mastigo e degusto,
saboreio porque sou poeta.
O lápis me serve de garfo
pego nas beiradas a ideia;
o cérebro: minha faca.
Corto toda a letra prosa no prato da poesia;
tempero as palavras com algum tema amoroso...
Faço das preces a minha inspiração.
E pronto!
Satisfeito na rede da varanda estarei a sestar mais um almoço poético.








Gosto do gosto da escrita.
Devoro até o osso esse cozido chamado poema!
Mastigo e degusto,
saboreio porque sou poeta.
O lápis me serve de garfo
pego nas beiradas a ideia;
o cérebro: minha faca.
Corto toda a letra prosa no prato da poesia;
tempero as palavras com algum tema amoroso...
Faço das preces a minha inspiração.
E pronto!
Satisfeito na rede da varanda estarei a sestar mais um almoço poético.
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