domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Eu Bebo...Jorge Filholini
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Eu bebo
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Eu bebo
viro copos
vivo nos bares
e peço pro Amaral descer mais uma dúzia
Sem dúvida
em companhia etílica
celebro a vida
enquanto o amor
é sempre
um lá
que pra cá
viro copos
vivo nos bares
e peço pro Amaral descer mais uma dúzia
Sem dúvida
em companhia etílica
celebro a vida
enquanto o amor
é sempre
um lá
que pra cá
Olha as Flores do Campo!! Joaquim Marques
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Olha as flores do campo!
© Joaquim Marques
Portugal
2009
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Pára e olha as flores do campo!
Repara o quanto de beleza há nelas!
Na retina dos olhos, leva seu encanto
E pinta no caderno, a matiz delas…
Cada flor que pintes é uma letrinha…
Dos versos que pra ti, escrevo com amor.
As pétalas são asas de avezinha
Que ficam mais belas com a matiz da cor
Observa a beleza das flores do campo!
Que mais parecem mantas cobrindo montes
Orlas de charcos, riachos e fontes
Ao leres meus versos vês a singeleza
Nas odes que escrevo, elas são meu canto…
Em cada estrofe verás a Natureza!.
Sobrevivente...Henrique Alvez
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Sobrevivente
Henrique Alvez
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Sobrevivente queria me ver
Sobrevivente queria conversar
Sobrevivente Parecia sofrer
Precisava comigo estar
Sobrevivente não pôde me ver
Sem um grande sorriso abrir
Sobrevivente não quis me abraçar
Para seu apreço não admitir
Sobrevivente quis se sentar
Para melhor conversar
Sobrevivente começou a falar
E eu a me assustar
Sobrevivente vai se matar
Não aguenta mais amar
Sobrevivente quer morrer
Não quer mais sobreviver
Sobrevivente se levantou
E eu junto me ergui
Sobrevivente me parou
Mas eu a queria impedir
Sobrevivente fugiu
Sua morte tinha hora
Em desespero partiu
E eu a seguindo, rua afora
Sobrevivente parou
O abismo era impiedoso
Sobrevivente me segurou
Em um beijo cauteloso
Sobrevivente se jogou
Sobrevivente se matou
Sobrevivente morreu
Não mais sobreviveu
Sobrevivente queria conversar
Sobrevivente Parecia sofrer
Precisava comigo estar
Sobrevivente não pôde me ver
Sem um grande sorriso abrir
Sobrevivente não quis me abraçar
Para seu apreço não admitir
Sobrevivente quis se sentar
Para melhor conversar
Sobrevivente começou a falar
E eu a me assustar
Sobrevivente vai se matar
Não aguenta mais amar
Sobrevivente quer morrer
Não quer mais sobreviver
Sobrevivente se levantou
E eu junto me ergui
Sobrevivente me parou
Mas eu a queria impedir
Sobrevivente fugiu
Sua morte tinha hora
Em desespero partiu
E eu a seguindo, rua afora
Sobrevivente parou
O abismo era impiedoso
Sobrevivente me segurou
Em um beijo cauteloso
Sobrevivente se jogou
Sobrevivente se matou
Sobrevivente morreu
Não mais sobreviveu
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Sebastianas - 2011 - Poesia Gabriel de Sousa (poeta2811)
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SEBASTIANAS - 2011
Poesia
Gabriel de Sousa
(poeta2811)
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1
Sebastianas não cansam
São muitas as diversões
E quando os bombos avançam
Batem forte os corações.
2
As Festas Sebastianas
São Freamunde a brilhar.
Por isso eu tenho ganas
De sempre aqui regressar!
3
Vacas de Fogo são show,
Fazem a gente saltar.
A Freamunde eu vou
Sebastianas lembrar.
4
Vejo as bandas a passar,
Desfila a procissão,
Brinco ao mel sem me molhar:
- Viva São Sebastião!
5
Se gostas de diversão,
A Freamunde tens de ir…
… Honras São Sebastião
E das vacas vais fugir!
Estatuário...Henrique Alves
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Estatuário
Henrique Alvez
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É pedra bruta
Alquebra resistente
Fortaleza dissoluta
Opaco reluzente
Alquebra resistente
Fortaleza dissoluta
Opaco reluzente
Instrumento inexorável
Mão nua
Sem arma palpável
Esperança
Vã usança tua
Mão nua
Sem arma palpável
Esperança
Vã usança tua
Acaso é o amorfo rosto
Emergente desgosto
Pois figura legítima
Conserva-se Latente
Emergente desgosto
Pois figura legítima
Conserva-se Latente
Agora choro, pobre vítima
Estatuário impotente
Aceito-a maldita sina
Abandono a face que se esconde
Como cômoro em neblina
Estatuário impotente
Aceito-a maldita sina
Abandono a face que se esconde
Como cômoro em neblina
Deito-me sobre os seixos
Folgados motejantes
Aguardando o desfecho
Retorsão cruciante
Folgados motejantes
Aguardando o desfecho
Retorsão cruciante
Nobre seja novo ofício
Retângulo entalhado
Crava-se em solo sagrado
Aguardando futuro exício
Retângulo entalhado
Crava-se em solo sagrado
Aguardando futuro exício
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