| SOPRA Maria Kátia Saldanha |
Sopra um vento suave
De uma clareira quando se abre
Alma querida, repleta a despontar
Uma natureza viva que se quer brotar
Beija-me uma leve brisa
Que vinda ao longe quer arpejar
Palpita em febre quem não está em altar
Mas, ouve distante o amor soluçar
De uma clareira quando se abre
Alma querida, repleta a despontar
Uma natureza viva que se quer brotar
Beija-me uma leve brisa
Que vinda ao longe quer arpejar
Palpita em febre quem não está em altar
Mas, ouve distante o amor soluçar
Arquejas em esplendor
Como um fruto recém orvalhado
Nas noites das alegres serras
Quem em seu peito abrigas e se encerra.
Um delírio, uma flor arramada
Com ventura esperançada
De quem um dia sofreu amarras
Voa livre , semeando doçura,
quando se ama,
COMO TE AMO
Nenhum comentário:
Postar um comentário