De Onde Estou
Maria Kátia Saldanha
|
De onde estou vejo o mar
Golpear a areia em fulgor
Acobertando-a de verão e calor.
Vejo o mar salpicar os rochedos
Trazendo sempre as saudades
Dos amores além horizonte que não veio.
Vejo o mar
Alheia, córneas doloridas
Das lágrimas sem despedidas.
Ouço o mar
Decantar as ondas
Das notas desconhecidas.
Olho em diligência
As cores que cortam as ondas
São como gente, ora calmo, ora colerico em batalha.
A noite saudoso
Espera em lenta e agitada calmaria,
A luz do luar que em suas águas vem repousar.
Ao longe seus soluços ouço
Rasgando o tempo em nostalgia
Do sol que o vem aquecer.
Da lua que o faz esquecer
Golpear a areia em fulgor
Acobertando-a de verão e calor.
Vejo o mar salpicar os rochedos
Trazendo sempre as saudades
Dos amores além horizonte que não veio.
Vejo o mar
Alheia, córneas doloridas
Das lágrimas sem despedidas.
Ouço o mar
Decantar as ondas
Das notas desconhecidas.
Olho em diligência
As cores que cortam as ondas
São como gente, ora calmo, ora colerico em batalha.
A noite saudoso
Espera em lenta e agitada calmaria,
A luz do luar que em suas águas vem repousar.
Ao longe seus soluços ouço
Rasgando o tempo em nostalgia
Do sol que o vem aquecer.
Da lua que o faz esquecer
Nenhum comentário:
Postar um comentário